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O Memorial dos Governadores foi criando em 1986, no Palácio Rio Branco. É o espaço adequado para a preservação dos registros materiais que fazem parte da história política da Bahia e de suas principais personalidades. Através do suporte científico da museologia se tem gerado o processo de divulgação desse “legado” e também adotadas práticas preservacionistas que visam salvaguardar pelo maior tempo possível o conteúdo intelectual ou informacional que estão presentes nos documentos/objetos pertencentes ao acervo.
Na imponência da antiga Sala de Espera e Sala de Banquetes - no térreo do Palácio Rio Branco - de linhas renascentistas está a pinacoteca “Galeria dos Governadores”. É uma exposição de longa duração com objetos, iconografias e documentos que contribuem para a preservação de nossa memória histórica. E também permite aos visitantes, pesquisadores e curiosos conhecer um pouco da dimensão e da evolução da política baiana e dos aspectos econômicos, sociais e culturais de períodos que interferiram na formação e reflexão da sociedade atual.
No Espaço do Memorial dos Governadores encontra-se a escadaria nobre de origem franco-anglo em cujo patamar encontra-se a escultura do artista plástico Paschoal de Chirico, em gesso, do primeiro governador-geral Thomé de Souza. No andar superior os visitantes terão acesso as Salas dos Espelhos (local onde eram realizadas as solenidades), Salas dos Despachos (onde o governador se reunia com seus assessores, podendo também ser contemplada a monumental tela de autoria do artista fluminense, Antonio Parreiras, intitulada “Os Primeiros Passos para Independência na Bahia”) e Sala Pompeiana (sala particular do governador e que faz uma homenagem à extinta Civilização de Pompéia). Por fim, o público pode apreciar, através das varandas do Palácio, a Baía de Todos os Santos e a Cidade Baixa.
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