
1549 – 1663
Casa do Governo
Thomé de Souza (1549 - 1553) fundou a cidade do Salvador e construiu, sob a orientação do Mestre de Pedrarias Luís Dias, a Casa do Governo, para despacho e residência. Em 1624, no governo de Diogo Mendonça Furtado (1621 - 1624), Salvador foi invadida pelos holandeses que tomaram a casa do governo por um ano, até sua rendição.

1663 –1890
Casa do Governo
No governo de Francisco Barreto de Menezes (1657 - 1669) a Casa do Governo toma nova forma seguindo os planos dos engenheiros militares Felipe Guitau e/ou Pedro Garin. Em 1763 a capital da Colônia é transferida de Salvador para o Rio de Janeiro. Em 1822 o Brasil torna-se independente de Portugal, porém só no dia 02 de julho de 1823 os lusitanos são definitivamente derrotados.

1900 – 1912
Palácio do Governo
Proclamada a República (1889).
Em 1890 o prédio do governo necessitava de grandes reformas estruturais, que foram executadas pelo engenheiro Dr. Alexandre Maia Bittencourt e o arquiteto Antônio Lopes Rodrigues.
Em 22.12.1911, o governador Araújo Pinho renuncia alegando problemas de saúde. As interferências em sua gestão por parte de José Marcelino e Rui Barbosa, que não eram aceitas pelo governador, foram o real motivo de sua renúncia. Instala-se a crise política na Bahia, culminando com a intervenção federal e o bombardeio da cidade do Salvador em 1912. O prédio mais atingido foi o Palácio do Governo, recebendo um petardo vindo do Forte São Marcelo, provocando um incêndio que destruiu toda a ala esquerda e central .
Em 29.03.1912, José Joaquim Seabra assume o governo e inicia os trabalhos de reconstrução do Palácio, projetados pelo arquiteto italiano Julio Conti e concluídos no governo de Antônio Moniz de Aragão, pelo engenheiro Felipe Santoro. Foi inaugurado em 15 de novembro de 1919.

1912
Palácio do Governo após o bombardeio.

1919 – dias atuais
Palácio Rio Branco
Valiosa peça de arquitetura neo-clássica, foi palco de fatos relevantes da política da Bahia por ser a sede do Governo do Estado.
Em 1919, reconstruído, recebe o nome de Palácio Rio Branco, em homenagem a José Maria da Silva Paranhos Júnior, Barão do Rio Branco. A sede do Governo do Estado da Bahia volta a funcionar no imóvel permanecendo até o ano de 1979. Em 1986, após grande restauração recebe a Fundação Pedro Calmon - Centro de Memória da Bahia, atual FUNDAÇÃO PEDRO CALMON – CENTRO DE MEMÓRIA E ARQUIVO PÚBLICO DA BAHIA. |