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A Fundação Pedro Calmon foi criada em 29 de Abril de 1986, pela Lei 4.662. Em 20 de Dezembro de 2002 sofreu uma profunda modificação na sua estrutura organizacional, ampliando a sua esfera de atuação, através da Lei 8.538, passando a denominar-se Fundação Pedro Calmon – Centro de Memória e Arquivo Público da Bahia, vinculada à Secretaria da Cultura e Turismo do Estado.

Sua finalidade é o recolhimento, organização, preservação e divulgação dos acervos documentais provenientes de arquivos públicos e privados, que evidenciem a memória histórica, geográfica, administrativa, técnica, legislativa e judiciária da Bahia e também estimular e promover as atividades relacionadas com bibliotecas, organizando, atualizando e difundindo seus acervos.

A estrutura organizacional da Fundação Pedro Calmon é composta de duas Diretorias operacionais: Diretoria de Arquivos - DIARQ, que reúne o Centro de Memória e o Arquivo Público da Bahia e a Diretoria de Bibliotecas – DIBIP, integrada pela Biblioteca Pública do Estado da Bahia, Biblioteca Infantil Monteiro Lobato, Biblioteca Juracy Magalhães Junior, Biblioteca Anísio Teixeira, Biblioteca de Extensão, Biblioteca Thales de Azevedo e Memorial Waldeloir Rego, localizados em Salvador, além da Biblioteca Juracy Magalhães Junior, situada na Cidade de Itaparica e a Casa de Cultura Afrânio Peixoto, na Cidade de Lençóis.

As Atividades da DIARQ têm como foco a democratização da informação, a difusão do acervo documental e também a aproximação com a comunidade, através de eventos que contribuem para maior freqüência de público. O Centro de Memória da Bahia tem como objetivo proteger, promover e dar conhecimento da memória da História da Bahia, através da preservação e ordenação de arquivos privados de personalidades públicas, reunindo acervos documentais que possibilitem a realização de pesquisas e estudos, permitindo assim a realização de cursos, seminários, conferências, promovendo intercâmbios com outras instituições culturais, buscando maior conhecimento da historiografia baiana. O Arquivo Público da Bahia, fundado pelo Governador Manoel Vitorino em 16 de Janeiro de 1890, recolhe, guarda, conserva e preserva documentos históricos, geográficos, administrativos, legislativos e jurídicos da Bahia e funciona na antiga “Quinta dos Padres” ou “do Tanque”, depois chamado “Quinta dos Lázaros”, na Ladeira de Quintas.

A DIBIP, órgão gestor das bibliotecas públicas estaduais, tem como principal missão garantir à comunidade o acesso à informação e ao cidadão a oportunidade de exercer a sua cidadania. É responsável pelos serviços de implantação, assistência técnica e dinamização das bibliotecas públicas estaduais e municipais, assim como por aquisição de material bibliográfico e audiovisual, processamento técnico, informatização, distribuição das coleções, preservação e conservação de documentos. Promove ações em diversas linguagens e manifestações culturais para o público em geral, objetivando fomentar o gosto pela leitura, através da utilização de suportes de difusão da informação e das tradições literárias, folclóricas e artísticas, contribuindo para estimular a criatividade e as potencialidades do público.



Ubirantan Castro de Araújo
Diretor Geral



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