30 anos do Centro de Memória da Bahia

30 anos Centro de Memória da Bahia
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Apresentação

O Centro de Memória da Bahia comemora 30 anos de existência em setembro e, até dezembro de 2016 realizará atividades voltadas à relação dos campos da cultura, memória e história. Durante esses meses, toda a programação do Centro de Memória estará focada nas transformações na cultura baiana a partir da segunda metade do século XX.

Em 30 anos de atividade, como diretoria da Fundação Pedro Calmon, o Centro de Memória da Bahia é responsável pela salvaguarda e preservação de acervos privados de interesse público, que podem ser consultados por pesquisadores de diversas áreas. Tendo, até agora, seus acervos concentrados na história política da Bahia republicana, o Centro de Memória se renova para receber acervos no campo da arte. Os acervos de Lia Robatto, Silvio Robatto e da Companhia Baiana de Comédia já estão em processos de doação.

Dentro destas comemorações, o Centro de Memória realizará em 12 de setembro, às 17h, na Biblioteca dos Barris, a abertura oficial de sua programação de aniversário com o ato de doação dos fundos de Lia e Silvio Robatto e apresentações artísticas, seguido de um Conversando com a Sua História sobre o processo de organização e descrição do Fundo Lia Robatto, com a presença da professora e pesquisadora Suki Guimarães e das arquivistas Aurora Freixo e Ivana Severino.

Dando continuidade à programação especial de aniversário em setembro, o Conversando com a sua História receberá no dia 19 Daniele Chaves Amado, coordenadora de acervos pessoais do CPDOC-FGV (Centro de Pesquisa e Documentação em História do Brasil Contemporâneo da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro) e no dia 26 os professores e pesquisadores Paulo Santos Silva (UNEB) e Antonio Luigi Negro (UFBA) que tratarão do uso que fizeram em suas pesquisas do acervo do Centro de Memória da Bahia.

Em outubro e novembro, serão debatidos no Conversando com a sua História as memórias contemporâneas sobre a cultura e a política na Bahia. Nestas personagens que vivenciaram os processos e pesquisadores abordarão nas mesas a influências de instituições educacionais e culturais (a exemplo da UFBA e do ICBA) na formação do campo cultural e artístico baiano da segunda metade do século XX, da relação de organizações e movimentos sociais com o campo da cultura, e de como as linguagens artísticas refletiram e foram, em grade medida, protagonistas das disputas identitárias, a exemplo do movimento negro, gay (hoje compreendido com LGBTT) e feminista na Bahia.

O Conversando com a sua História acontece todas as segundas-feiras às 17h no quadrilátero da Biblioteca dos Barris. Para maiores informações acesse www.fpc.ba.gov.br




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