Memorial dos Governadores

MG

Parte integrante do Centro de Memória da Bahia, tem por fim difundir a memória dos governadores republicanos da Bahia a partir da guarda e exposição de objetos e documentos que pertenceram aos homens públicos que ocuparam o mais alto cargo do executivo baiano.

O Memorial dos Governadores foi inaugurado em 18 de setembro de 1986, nas dependências do Palácio Rio Branco, edificação histórica que sediou durante 60 anos o centro das decisões do Governo Estadual. Está subordinado à Fundação Pedro Calmon – Centro de Memória e Arquivo Público da Bahia.

É um serviço voltado para a sociedade e seu desenvolvimento, dedicando-se à preservação dos registros materiais, portadores de referência à memória da história política republicana da Bahia e de seus principais representantes.

Através do suporte científico da Museologia proporciona-se o processo de pesquisa e divulgação desse “legado” e também adotam-se práticas de preservação que visam a salvaguarda, pelo maior tempo possível, o conteúdo intelectual ou informacional que estão expressos nos documentos e objetos pertencentes ao acervo.

O Memorial abriga coleções constituídas a partir da doação de objetos e documentos da vida privada, cotidiana, profissional e governamental que pertenceram aos Governadores do Estado da Bahia. Nestes bens estão presentes os pensamentos, atos, desejos, interesses, que expressam a complexidade através da qual a história se materializa. Integra a Coleção do Memorial uma pinacoteca composta por 47 retratos de autoria de artistas importantes na técnica de retratar personalidades.

As atividades do Memorial também incluem ações educativas através de visitas orientadas para estudantes de escolas públicas e privadas, divulgando e informando a respeito da história da Bahia e do Brasil. Para tanto empregam-se recursos didáticos como a exposição de longa duração, através do qual o processo de historicidade do Palácio Rio Branco se concretiza materialmente.

O Memorial é um espaço aberto à reflexão e à construção do conhecimento sobre o passado por meio do resgate, apropriação e resignificação de uma memória que se atualiza cotidianamente. Seu modelo narrativo expressa o interesse em estabelecer um dialogo permanente com o visitante acerca da importância da memória coletiva, na construção da identidade nacional brasileira.

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