Fundação Pedro Calmon

08/11/2018 18:00

Celebração dos 220 anos da Revolta dos Búzios foi marcada por palestra, caminhada e show do Olodum

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Foto: Divulgação


Com uma homenagem ao mestre Môa, o 9ª seminário Ler: Direito de Todos deu início a uma programação diversificada em alusão aos 220 anos da Revolta dos Búzios e ao Novembro Negro.

O evento foi organizado pela Rede de Bibliotecas Comunitárias de Salvador (RBCS), responsável por articular 14 bibliotecas comunitárias, sediadas em 12 bairros da capital baiana. A Rede atua na democratização de acesso ao livro e à formação de leitores.

A abertura foi proferida pelo diretor geral da Fundação Pedro Calmon (FPC), Zulu Araújo, que discursou sobre a Revolta do Búzios. Na oportunidade, Zulu afirmou que “o Brasil precisa de bibliotecas que tragam a história do que aconteceu e isso é necessário para o desenvolvimento do Brasil”, afirmou. Ainda segundo ele, “nesse momento, repito o que os revoltosos de Búzios disseram em 1798: ‘Apareça, não se esconda! Pois liberdade, igualdade e fraternidade são direito de todos’.”, acrescentou.


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Após o evento Zulu participou, juntamente com a secretária de cultura do Estado da Bahia, Arany Santana, da Caminhada da Igualdade organizada pelo Olodum celebrando também os 220 anos da Revolta dos Búzios.

Para Arany Santana, o dia foi de “celebrar e respeitar os quatro mártires da Revolta dos Búzios: Manoel Faustino, Luís Gonzaga, João de Deus e Lucas Dantas. É nosso dever manter viva a memória destes heróis que em tempos ainda mais difíceis do que os que estamos hoje, ousaram lutar por liberdade, fraternidade e igualdade”, afirmou a secretária.


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